BP volta a borrar a pintura
20/07/2011
Foram precisos 15 meses (depois da maré negra do Golfo do México) para que a companhia petrolífera britânica BP voltasse a ser notícia pelas piores razões. No sábado foi detectada uma fuga num dos oleodutos da empresa no Alasca, no campo de Lisburne. Uma mistura de metanol e crude derramada para a tundra do Alasca, uma zona que já foi afectada com outros deslizes. Vários derrames e a explosão de uma refinaria, em 2005, marcam a história da BP neste território, uma petrolífera que acumula espaços obscuros em muitos outros pontos do globo.