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09/02/2010
Planetazul Carbonfree

No advento da internet muito se disse e escreveu sobre o potencial de protecção ambiental que da sua utilização maciça adviria: menos papel impresso (consumo de papel) e menos viagens eram as duas grandes vantagens ambientais atribuídas à internet.

No entanto, a realidade tornou-se algo diferente: a fonte quase inesgotável de informação e a facilidade com que é acedida e trocada, terá originado um aumento do consumo de papel na impressão da mesma informação, pelo menos enquanto os internautas não se habituaram a ler directamente do ecrã do computador. A disseminação quase universal do e-mail em muito contribuiu também para esta situação.

No entanto, o maior impacte ambiental da internet não é o papel, mas sim o consumo de electricidade. O funcionamento da internet está baseado em três pontos consumidores de electricidade:

  • os data centres, onde estão alojados os servidores e que, por exemplo, nos EUA já representam cerca de 2% do consumo de electricidade;
  • a rede de comunicações, das quais fazem parte também equipamentos e centros de transmissão altamente intensivos em consumo de electricidade;
  • os próprios computadores a partir dos quais os sites são acedidos. Se bem que cada um destes consome pouca energia, estamos a falar de biliões de computadores em todo o mundo!
Primeiro portal Carbonfree em Portugal


É neste contexto que o Planetazul não poderia deixar de encarar seriamente esta situação, optando por se tornar o primeiro portal Carbonfree em Portugal. Ao tornar-se Carbonfree, o Planetazul não reduz o consumo energético que lhe está associado, mas elimina por completo a sua contribuição para as alterações climáticas, ao compensar as emissões de gases com efeito de estufa.


As emissões de gases com efeito de estufa associadas ao Planetazul foram calculadas tendo em conta a electricidade adquirida associada à disponibilização do portal Planetazul online e respectiva utilização prevista bem como às opções de mobilidade dos colaboradores (ver caixa de texto).
Para compensar estas emissões, o Planetazul, com o apoio da Ecoprogresso, investiu no Projecto Extensity – Carbono da Terra, um Sistema de Gestão de Sustentabilidade promovido pelo Instituto Superior Técnico e definido com a participação de ONG’s e do Estado.
Este projecto pretende optimizar o desempenho económico, social e ambiental das explorações agrícolas, quer directamente, quer em ciclo de vida, promovendo a retenção de carbono nos solos. Em paralelo, os agricultores são apoiados tecnicamente na adopção de práticas sustentáveis.
As propriedades agrícolas incluídas no projecto concentram-se nas zonas do Ribatejo, Alentejo e Beira Interior.

Para saber mais sobre o Serviço de Gestão Voluntária de Carbono do Carbonfree da Ecoprogresso, clicar aqui.

Pegada de Carbono do Planetazul


Da estimativa ex-ante calculada pela Ecoprogresso para as emissões do Planetazul anuais, obteve-se um valor de cerca de 51 t de dióxido de carbono (CO2) ou seja cerca de 4 t CO2/mês. Para este cálculo estimaram-se cerca de 10 minutos/pageview para o portal Planetazul, meio minuto para o facebook e 5 minutos para a newsletter Planetazul.

O gráfico ilustra a pegada de carbono do Planetazul, e respectivos valores de emissões estimados por actividade:

 Actividade

 kg CO2e/ano

 t CO2e/ano

 Mobilidade em reportagem                                      

        938

 0,94

 Mobilidade dos colaboradores

 1 953

 1,95

 Energia - escritórios

 953

 0,95

 Energia - portal planetazul

 611

 0,61

 Energia - newsletter

 129

 0,13

 Energia - fãs facebook

 44 438

 44,44

 Energia - utilizadores Planetazul

 1 821

 1,82

 Total

 50 844

 51


Da análise podemos considerar que o valor total é elevado, mas este deve-se essencialmente ao contributo da utilização do facebook pelos fãs do Planetazul.
Note-se no entanto, que as emissões foram estimadas de forma conservadora, pressupondo uma utilização exclusiva do portal, página do facebook e newsletter Planetazul pelos utilizadores, mas de outra forma a incerteza ainda seria maior.


Nota Técnica
As emissões de gases com efeito de estufa (GEE) associadas ao portal Planetazul foram determinadas a partir da sua utilização prevista durante o ano de 2010.
Para o cálculo foram consideradas as emissões associadas às opções de mobilidade dos colaboradores e ainda à produção da electricidade adquirida para a disponibilização do portal e respectiva utilização prevista. Esta utilização incluiu o portal, a página do facebook e ainda a newsletter semanal Planetazul.
Mais concretamente foram consideradas as deslocações dos colaboradores em reportagem e ainda os seus percursos pendulares entre casa e trabalho, cujas opções de mobilidade representam cerca de 6% das emissões totais. No que se refere às emissões associadas à electricidade adquirida, cerca de 3% corresponde à energia necessária para a produção dos conteúdos do portal nos escritórios da Planetazul e ainda para alojar o portal no servidor. Relativamente à utilização do portal propriamente dito, os valores obtidos pressupõem uma utilização exclusiva e um tempo médio de utilização distribuído por desktops e portáteis, correspondendo a cerca de 91% das emissões totais previstas.

Nota: por se desconhecer com precisão o padrão de utilização da internet pelos cibernautas, optou-se por uma abordagem conservadora prevendo uma utilização exclusiva por parte dos mesmos. Por isto admite-se uma grande incerteza no valor obtido para as emissões indirectas da utilização do portal.


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