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ZON
28/06/2013
Com o Albert podemos saber a pegada ecológica dos programas de televisão
Redacção Planetazul
Chama-se Albert e é uma calculadora criada no Reino Unido a pensar nos produtores de televisão e cinema, para que possam perceber onde estão os seus excessos ambientais. Nuno Cintra Torres, responsável pela área de sustentabilidade da ZON, descobriu-a quando procurava algo que permitisse medir a pegada ecológica das coisas “intangíveis” que a empresa faz (sejam filmes ou publicidade e não caixas ou transportes). De seguida, a empresa associou-se à British Academy of Film and Television Arts (BAFTA) com o objectivo de a promover em Portugal. A primeira acção aconteceu no início deste mês e o Planetazul entrevistou Aaron Matthews, coordenador deste projecto do lado britânico, para perceber melhor como isto funciona.
Falava na conferência que a televisão e o cinema podem ajudar a criar uma maior consciência ambiental.

Exactamente. Estamos à procura de um modelo de como criar programas que sejam sobre sustentabilidade, mas que sejam válidos, que sejam bons programas. Há um programa chamado “Fish Fight”, que é sobre pesca sustentável, que o público gosta e também levou a alterações na legislação.

A televisão britânica é pesada para o ambiente? Li um artigo seu em que falava de 5 toneladas de CO2 produzidos por hora. Obviamente, isto é uma brincadeira, mas às vezes não sente que mais valia não fazer certos programas?

[Risos] Nós temos a obrigação de criar conteúdos que as pessoas gostem. Neste momento, acho que podemos ser mais eficientes em todo lado, sem necessitar de cancelar programas.

O Albert foi criado na BBC, em 2011, e depois transferido para a BAFTA. Porquê?

A BBC queria que isto fosse usado por toda a indústria e por isso era melhor que fosse gerido por uma instituição independente.

O software é gratuito e está disponível online para quem quiser utilizar. Acha que o modelo de financiamento que têm usado, em que os maiores produtores de televisão pagam pelos restantes, irá funcionar por muito mais tempo?

Penso que sim, porque é um investimento pequeno. Mas podemos passar para um modelo de patrocínios.

O projecto teve um crescimento enorme no primeiro ano.

Sim. Isto porque a Sky [canal britânico] insistiu que todos os que estivessem a produzir programas para eles o usassem o que trouxe muitas produtoras até nós.

Achas que, em geral, a indústria está a abraçar estas ideias mais verdes?

Lentamente, é um processo lento. Ainda há muito trabalho a fazer.
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