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Cadaval
As borboletas do Montejunto vão ter visitantes
09/04/2010
Redacção Planetazul
Em pleno Ano Internacional da Biodiversidade, o município do Cadaval viu a luz verde para o projecto Estação da Biodiversidade de Montejunto. Financiada pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) e desenvolvida com a Tagis (Centro de Conservação das Borboletas de Portugal), a nova estação consistirá, dizem os responsáveis, “numa abordagem inovadora para consciencialização da população sobre a importância do conhecimento das espécies faunísticas existentes, em particular as borboletas, assim como da importância da manutenção da biodiversidade”.

A superfície de dois quilómetros prevista para a implementação do projecto situa-se, seguramente, numa das áreas mais bem protegidas do concelho: a Quinta da Serra, que além de estar ao ‘abrigo’ da Área de Paisagem Protegida da Serra de Montejunto, faz parte, em simultâneo, da Rede Natura 2000 (Sítio do Montejunto).

Naquele que é considerado um “local emblemático do município”, os responsáveis adiantam, em comunicado, que a “elevada diversidade específica e paisagística, em terrenos públicos e com boas acessibilidades”, será uma mais-valia na “atracção de turistas e amantes da Natureza”. Isto para além de a futura estação se localizar perto de um conjunto de infra-estruturas que facilitam a observação da natureza (um Centro de Interpretação Ambiental, um parque de campismo e os percursos pedestres de Montejunto e da Real Fábrica do Gelo).

O percurso será devidamente sinalizado através de placares informativos que descreverão os ecossistemas a observar, e setas direccionais, “de forma a proporcionar um trajecto optimizado para observação da biodiversidade”. Para além destes percursos ao ar livre, os visitantes também poderão desfrutar de visitas guiadas ao interior da estação. O objectivo é “uma melhor e mais eficaz sensibilização”.


Conceito desenvolvido pela Tagis

A Estação da Biodiversidade de Montejunto, um projecto anunciado como o resultado “da consciência da importância da biodiversidade para um ambiente saudável e sustentável”, será desenvolvido em colaboração com o Tagis – Centro de Conservação das Borboletas de Portugal – que, aliás, é a entidade responsável pelo conceito do projecto.

É nesse sentido que a ONG promoverá a investigação científica e o conhecimento do património natural em questão, e procederá à monitorização das diferentes espécies de borboletas, com vista ao futuro desenvolvimento de acções específicas de gestão e conservação.

Dessa forma, esperam assegurar a informação, sensibilização e participação do público.
A Estação da Biodiversidade de Montejunto representa um investimento total de 27.012 euros, com uma comparticipação do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) de 20.100 euros.
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