 O anúncio foi feito, na sexta-feira da semana passada, pelo ministro da Agricultura e Pesca japonês, Yoshimasa Hayashi, e noticiado pela SIC. Hayashi falou de uma “sabotagem imperdoável” por parte das organizações não-governamentais (ONG), especificamente da Sea Shepherd, como justificação para estes números tão baixos.
O Japão tinha estabelecido uma cota de mais de mil rorquais (pequenas ou normais), mas a ONG Sea Shepherd afirma que, durante os 48 dias da temporada de captura às baleias, entre Novembro e Março, foram apanhados 75 animais.
De recordar que, 1987 foi o primeiro ano que a caça de baleias foi realizada com “fins científicos”, regime decretado depois de ter sido proibida a captura com fins comerciais. Apesar da pressão internacional, o Japão não quer deixar de caçar os cetáceos. “É uma longa tradição histórica. Nunca dissemos que todos deveriam comer baleia. Temos esta cultura, e vocês não”, afirmou o ministro, citado pelo Diário Digital.
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