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26/06/2012
Consumo de energia
Minimizar e optimizar o consumo de energia em casa

A energia, fundamental na sociedade, provém fundamentalmente de combustíveis fósseis como o carvão, o gás ou o petróleo, cujas reservas têm vindo a diminuir. A sua utilização tem impactes ambientais significativos, como o aumento da poluição atmosférica, com consequências para a saúde humana.

A solução para este problema está em apostar na racionalização da utilização da energia, no aumento da eficiência energética e na utilização de fontes de energia renováveis.

Eficiência energética em casa

A energia, fundamental na sociedade, provém fundamentalmente de combustíveis fósseis como o carvão, o gás ou o petróleo, cujas reservas têm vindo a diminuir. A sua utilização tem impactes ambientais significativos, como o aumento da poluição atmosférica, com consequências para a saúde humana.

A solução para este problema está em apostar na racionalização da utilização da energia, no aumento da eficiência energética e na utilização de fontes de energia renováveis.

O consumo doméstico representa cerca de 14% do consumo energético total em Portugal, com um crescimento anual de 3%. A distribuição dos consumos energéticos do sector doméstico, em termos de energia final, mostra que 50% deve-se à confecção de alimentos e aquecimento das águas sanitárias, 25% a iluminação e utilização dos electrodomésticos e 25% para aquecimento e arrefecimento.

No sector doméstico, a utilização racional da energia depende de todos nós e está na altura de mudar a nossa mentalidade face ao seu consumo. Promover a eficiência energética em sua casa é necessário e depende de si.

A eficiência energética pode ser definida como a optimização do consumo de energia, pondo em prática estratégias e medidas de combate ao desperdício de energia ao longo do processo de transformação ou conversão até ao seu consumo. Seguem-se algumas medidas e acções que, apesar de simples, podem traduzir-se em significativas poupanças energéticas e económicas.

Como poupar energia em sua casa?

1.Electrodomésticos

Na aquisição de um novo aparelho eléctrico, tenha sempre em consideração a etiqueta de eficiência energética na parte exterior, criada pela União Europeia, para informar o consumidor sobre a eficiência, consumo, rendimento, capacidade e ruído dos electrodomésticos.

A etiqueta energética é obrigatória em máquinas de lavar e secar roupa, máquinas de lavar loiça, frigoríficos e combinados, fornos eléctricos, aparelhos de ar condicionado e iluminação. A etiqueta está organizada em classes, identificadas por letras de “A” (mais eficiente) a “G” (menos eficiente). No caso das etiquetas dos equipamentos de frio (frigoríficos, congeladores), existem duas classes suplementares (A++ e A+) para os equipamentos com níveis de eficiência superiores a "A".

 Fogão

Cozinhe com a intensidade calorífica mínima necessária.

A chama ou placa eléctrica não deve ser maior do que a base do tacho/panela.

Cozinhe com os tachos/panelas tapados.

Sempre que possível e adequado, cozinhe com a panela de pressão.

Se cozinhar os alimentos em pedaços mais pequenos, gasta menos energia e termina o cozinhado mais rapidamente.

Ao cozinhar, quando a água estiver a ferver, reduza a chama ou a potência do fogão. Uma vez atingida a temperatura máxima de 100ºC apenas necessita de energia para manter essa temperatura.

Pode desligar o fogão algum tempo antes de finalizar o cozinhado, pois este manterá a temperatura durante algum tempo.

Verifique se não tem fugas de gás.

Mantenha o seu fogão limpo, o calor irá reflectir-se melhor consumindo menos energia no processo.

Descongele os alimentos ao natural, sempre que possível.

Cozinhe para mais do que uma refeição.

 Forno

Verifique se existem fugas de calor dentro do forno e se a porta do forno veda bem.

Evite abrir a porta do forno repetidamente.

Habitualmente, os tempos de pré-aquecimento sugeridos em receitas de culinária são maiores do que o necessário, logo pode fazer um pré-aquecimento de menor duração.

Pode desligar o forno antes de finalizar o cozinhado, pois a temperatura mantém-se durante algum tempo.

O uso de recipientes de cerâmica ou vidro retêm melhor o calor e permitem baixar em cerca de 25ºC a temperatura necessária ao cozinhado.

Mantenha o seu forno limpo, o calor irá reflectir-se melhor consumindo menos energia no processo.

Antes de ligar o forno, assegure-se de que a grelha/tabuleiro está na posição pretendida.

Quando colocar mais que um tabuleiro no forno, deve deixar espaço entre eles para permitir a circulação de ar.
 
 Microondas

Utilize o microondas para aquecer a comida e cozinhar pequenos pratos, uma vez que é mais rápido e eficiente do que o fogão.

Evite utilizá-lo para descongelar alimentos.

Escolha a potência e o tempo certos para cada tipo de operação que realizar. Se não tiver a certeza de quanto tempo ou potência necessita para cozinhar o prato, experimente intervalos curtos de tempo até obter o resultado pretendido.

 Frigorífico

No passado, os frigoríficos utilizavam clorofluorcarbonetos (CFC) para refrigeração, substâncias gasosas que causam a destruição da camada de ozono e que contribuem para o efeito de estufa e o aquecimento global. Os frigoríficos mais antigos contêm ainda CFCs, os quais devem ser removidos e tratados quando os frigoríficos são rejeitados em fim de vida. Na altura de deitar o seu velho frigorífico para o lixo, peça aos serviços municipais para que o venham buscar ou entregue-o no ecocentro da sua área de residência.

Na compra de um novo frigorífico, escolha um de classe energética A, A+ ou A++.

Não compre um frigorífico maior do que o que realmente precisa.

Instale o seu frigorífico num local bem ventilado, afastado de fontes de calor (fogão, aquecedor, sol) e a cerca de 15 cm da parede.

Reduza o número de vezes que abre a porta do frigorífico e o tempo que a mantém aberta.

Não guarde alimentos quentes no frigorífico.

Não coloque líquidos destapados no frigorífico, estes libertam vapores que aumentam o consumo de energia.

Não deixe acumular gelo nas paredes do frigorífico ou da arca congeladora, descongele-os regularmente.

Regule o termostato de modo a impedir a formação de gelo, em função das condições de temperatura da cozinha. As temperaturas recomendadas são 3 a 5ºC para o frigorífico e -15ºC para o congelador. No Inverno deve regular o termóstato para um valor um pouco mais alto (mais quente) e, no Verão, para um valor mais baixo (mais frio).

Verifique o estado das borrachas, pode fazê-lo fechando o frigorífico com uma folha de papel entre as portas: se conseguir retirá-la sem resistência, então as borrachas não estão a vedar bem e precisam de ser substituídas.

Limpe a grelha da parte de trás do frigorífico pelo menos uma vez por ano, a acumulação de pó leva a um aumento do gasto de energia.

Quando se ausentar de casa por períodos prolongados (férias, fins de semana), esvazie o frigorífico e desligue-o da tomada.

Descongele os alimentos no frigorífico.

 Máquina de lavar-loiça

Lave sempre a quantidade máxima de loiça recomendada pelo fabricante.

Disponha a loiça da forma mais eficiente, em termos de consumo de água e energia, de forma a não repetir a lavagem.

Utilize os programas económicos a baixas temperaturas, preferencialmente com água fria.

Mantenha o filtro limpo da máquina de lavar.

Antes de colocar a loiça na máquina, limpe-a com um pano. Não a passe por água para retirar os restos de comida.

Caso a máquina permita seleccionar o tempo de secagem, reduza-o ao mínimo. Se desligar a máquina após o enxaguamento final e abrir a porta, a loiça secará sem precisar de gastar energia.

Regularmente limpe o filtro, o braço dos pulverizadores e lave o cesto com detergente.

O calcário da água pode danificar a resistência eléctrica levando a um aumento do consumo eléctrico e possível avaria do equipamento, pelo que o uso de um anti-calcário é recomendado.

Máquina de lavar roupa

Lave sempre a quantidade máxima de roupa recomendada pelo fabricante. Nunca lave duas ou três peças de roupa de cada vez.

Utilize programas a baixas temperaturas, preferencialmente com água fria. A maior parte da energia gasta na lavagem é no aquecimento da água.

Mantenha o filtro da máquina limpo.

Utilize os programas económicos de lavagem, se a opção estiver disponível. Consumirá menos energia (e água).

Uma máquina que pese a roupa que vai lavar (função já bastante comum), usará e aquecerá somente a água necessária para essa quantidade, reduzindo o desperdício de energia.

Use um detergente que permita lavar a frio ou dissolva previamente o seu detergente em pó melhorando o seu desempenho em água fria.

O calcário da água pode danificar a resistência eléctrica levando a um aumento do consumo eléctrico e possível avaria do equipamento, pelo que o uso de um anti-calcário é recomendado.

 Máquina de secar roupa

Antes de utilizar a função ou a máquina de secar roupa, verifique se a roupa não pode ser secada ao natural. Esta é sempre a melhor opção.

Seque sempre a quantidade máxima de roupa recomendada pelo fabricante.

Assegure-se que a roupa não está muito molhada antes de a introduzir na máquina de secar. Utilize os programas de centrifugação da máquina de lavar.

Não misture roupas húmidas com roupas que já estejam parcialmente secas.

Seque os tecidos leves e os pesados em separado.

Utilize os programas económicos de secagem, se a opção estiver disponível.

O dispositivo de medição de humidade é muito útil, pois desliga a máquina quando as roupas estiverem secas. Se a sua máquina possuir este sistema, utilize-o.

Limpe regularmente o filtro e a entrada do exaustor de modo a manter um consumo óptimo.

 Ferro eléctrico

Evite ligar o ferro eléctrico quando tiver outros aparelhos ligados, pois ele sobrecarrega a rede de energia eléctrica.

Utilize o ferro de engomar o menor número de vezes possível. Deve ser ligado, de preferência, quando tiver uma grande quantidade de roupa para passar.

Siga as instruções de temperatura mais indicadas para cada tipo de tecido.

Pode desligar o ferro a duas ou três peças do final, para aproveitar o calor.

Computador e televisão

Desligue o computador, o monitor, a impressora e todos os outros equipamentos periféricos, quando não estão a ser utilizados.

Programe as definições do seu computador para este se desligar automaticamente (hibernar), após algum tempo sem estar a ser utilizado.

Opte por computadores portáteis, economizam até 90% de energia.

Prefira impressoras de jacto de tinta, estas consomem até 95% menos energia que as impressoras a laser.

Sempre que possível não imprima documentos.

Prefira os LCDs aos Plasma. Os ecrãs de cristais líquidos (LCDs) são igualmente muito mais eficientes que as TVs e os monitores convencionais.

Não tenha a televisão ligada só por companhia e desligue-a quando não estiver a ser utilizada.

Evite ter mais televisões ligadas do que o necessário. Reúna a família numa divisão para ver televisão em vez de ter cinco televisões ligadas ao mesmo tempo.

 2.Aquecimento de água

Numa perspectiva de poupança de água e energia, não se esqueça de preferir duches de curta duração a banhos de imersão, desligar a torneira para se ensaboar e escolher torneiras de duche eficientes.

 Esquentador, caldeira e termoacumulador

Posicione o aparelho perto dos espaços que precisam de água quente.

Isole os tubos para reduzir perdas de energia.

Isole o reservatório da caldeira ou do termoacumulador para reduzir perdas de energia.

A chama-piloto do esquentador também consome energia. Desligue-a, quando não o estiver a usar.

Regule o aparelho à temperatura de água desejada. Se tiver que compensar a temperatura com água fria, está a gastar energia desnecessariamente.

Pode instalar um temporizador no termoacumulador para evitar tê-lo sempre ligado.

Faça a manutenção do termoacumulador de três em três meses. Faça a drenagem de 1/4 da água do termoacumulador, a partir da válvula na parte inferior do depósito, para prevenir o aumento da sedimentação de materiais.

 3.Iluminação

Para a iluminação de sua casa, escolha lâmpadas mais eficientes, as chamadas economizadoras, como por exemplo, as lâmpadas fluorescentes compactas. Uma lâmpada economizadora pode durar até 6 anos, se estiver ligada no mínimo 8 horas por dia. Ligar e desligar estas lâmpadas com frequência diminui a sua vida útil. Geralmente, são mais caras, mas o investimento da sua compra compensa com a sua utilização, diminuindo a factura energética.

Tenha em atenção que é preferível usar menos lâmpadas mas de maior potência. Uma lâmpada de 100 Watts consome a mesma energia que quatro lâmpadas de 25 Watts, mas produz aproximadamente o dobro da luz.

Tenha também em atenção a potência de corrente indicada para cada candeeiro. Adquira candeeiros que permitam uma boa iluminação e utilize lâmpadas com a potência adequada às necessidades do local e tipo de utilização.

Opte por iluminação indirecta e localizada em sua casa.

Aproveite ao máximo a luz natural. Pintar as paredes e o tecto com cores claras que reflictam melhor a luz, reduz a necessidade de iluminação artificial.

Desligue as luzes, sempre que estas não sejam necessárias. Pode instalar sensores de movimento nos locais de passagem (corredores, garagem).

Se pensa que a lâmpada está fraca e precisa de ser substituída, experimente primeiro limpá-la. Manuseie as lâmpadas sempre pelo casquilho, pois a sujidade que deixa no bolbo (ou tubo) escurece com o calor, perdendo alguma emissão de luz.

 4.Standby e Off-Mode

No modo stand-by o equipamento está desligado mas continua a consumir energia para manter relógios e dispositivos remotos.

Se desligar os equipamentos das tomadas quando não estão a ser utilizados, podereduzir a sua conta de electricidade em cerca de 10%.

Pode reduzir o consumo stand-by instalando tomadas inteligentes do tipo master/slave; ligando os equipamentos a uma tomada de corrente dulpa equipada com interruptor; instalando um interruptor no quadro eléctrico da casa que corte os circuitos dos equipamentos que podem ser desligados.

Não se esqueça igualmente de, quando termina de carregar o telemóvel ou o portátil, assegurar-se de que desliga o transformador da corrente.

Existe tecnologia que consegue reduzir o consumo em standby/OFF em 90% e existem equipamentos electrónicos que cortam a alimentação quando o equipamento não está em carga.

Opte por equipamentos com a etiqueta Energy Star (www.eu-energy-star.org) e verifique se tem a etiqueta ECO.

 5.Isolamento Térmico

Um mau isolamento térmico em casa prejudica a eficiência de qualquer sistema de climatização e aumenta os custos energéticos, pelo que é necessário garantir o bom isolamento de paredes, tectos e janelas.

O eficiente isolamento de paredes e tecto pode economizar até 30% do seu consumo de energia. A calefacção de portas e as janelas diminui o consumo de energia em 5%, enquanto a instalação de vidros duplos diminui 10%.

 6.Climatização

Antes de utilizar o seu sistema de climatização, tire proveito dos elementos de construção da sua casa.

Para aquecer a casa no Inverno, maximize a entrada dos raios solares, abrindo os estores e persianas. Se possuir um jardim e dispor a vegetação na direcção predominante do vento, protege melhor a sua casa das temperaturas baixas.

No Verão, diminua a entrada directa dos raios solares durante o dia e ventile naturalmente a casa de noite, abrindo janelas em lados opostos da casa, de forma a criar uma corrente de ar.

Se possuir um jardim, as árvores de folha caduca (cuja folhagem cai no inverno) em frente às suas janelas proporcionam uma boa sombra no Verão e permitem a entrada de raios solares no Inverno.

 Conselhos de utilização do seu sistema de climatização:

Escolha um equipamento com potência adequada à dimensão do espaço e à sua frequência de utilização prevista, informando-se com o fabricante.

Recorra a soluções com energias renováveis, como caldeiras a biomassa ou lareiras com recuperador de calor. Os sistemas do tipo evaporativo poderão ser uma boa escolha.

Evite aquecedores com a resistência à vista, pois o seu consumo é muito elevado e secam demasiado o ar.

Se posicionar a chaminé da lareira numa parede interior, o calor gerado fica conservado no interior da casa.

Ligar e desligar o equipamento para compensar situações de descompensação térmica (muito frio ou muito quente) implicam um gasto desnecessário de energia. Regule o termóstato para uma temperatura estável, isto é, que garanta o conforto térmico sem que tenha de ligar ou desligar sempre o equipamento e complemente com roupa adequada à altura do ano.

Os sistemas de climatização que continuam a irradiar calor mesmo depois de desligados, como os radiadores, aquecedores a óleo e lareiras, devem ser desligados algum tempo antes de os espaços a climatizar serem desocupados, poupando energia.

Se utilizar o seu equipamento durante a noite, lembre-se que este degrada a qualidade do ar interior, o que provoca alguns efeitos na saúde humana (como a secura das vias respiratórias). Uma forma de minimizar estes efeitos é utilizar o temporizador para ligar o equipamento entre meia hora a uma hora antes de acordar. Uma alternativa é manter a temperatura no mínimo, durante toda a noite, e utilizar o temporizador para ligar o equipamento de meia em meia hora, durante cinco minutos.

Se tiver radiadores em paredes exteriores, coloque um material reflector entre o radiador e a parede de forma a minimizar as perdas de calor para o exterior. Já existe no mercado, a preço acessível (cerca de 12€), uma película de alumínio com revestimento térmico de polietileno que se coloca atrás do radiador e reflecte o calor para não haver desperdício de energia.

Mude e limpe regularmente os filtros de ar dos equipamentos de climatização, de preferência de 15 em 15 dias.

Aspire regularmente os ventiladores e radiadores.

Faça revisões periódicas ao seu sistema de climatização, de forma a melhorar o seu desempenho e aumentar o tempo de vida.

Evite aquecer ou arrefecer zonas da casa que não estão habitadas e não deixe portas e janelas abertas, quando o equipamento estiver em funcionamento.

Se pretender ter toda a casa aquecida, regule a temperatura das divisões que não estejam a ser utilizadas para uma temperatura ligeiramente inferior à das divisões mais utilizadas.

Aconselha-se uma temperatura interior de 21 a 23º C, no Verão, e de 18 a 20ºC, no Inverno.

Não se esqueça de fazer a renovação do ar interior, abrindo portas e janelas.

 7.Energias renováveis em casa

No mercado, existem várias possibilidades para a instalação de tecnologias com energias renováveis, para climatização e aquecimento de águas sanitárias. Destas tecnologias, destacam-se os sistemas solares térmicos e solares fotovoltaicos (painéis solares), mini-aerogeradores, bombas de calor geotérmicas e sistemas de biomassa.

Os sistemas solares térmicos são obrigatórios em edifícios de habitação licenciados depois de 1 de Julho de 2008, e são indicados para fazer o aquecimento de águas sanitárias. Estes sistemas podem reduzir cerca de 70% das necessidades energéticas para o aquecimento das águas quentes sanitárias.

No caso do aquecimento do ar ambiente, considere a utilização de um sistema misto que apoie o sistema solar térmico, nomeadamente durante a noite. Pode utilizar em sua casa, por exemplo, um sistema misto solar térmico com caldeira de biomassa.

A utilização do sistema solar térmico para arrefecimento do ar ambiente é já feito à escala industrial com grandes potências térmicas. A sua utilização doméstica está ainda em fase de investigação.

Relativamente à produção de energia eléctrica, pode consegui-lo em sua casa através da instalação de painéis fotovoltaicos e/ou aerogeradores.

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